
BNA lança moeda comemorativa de 50 kwanzas pelos 50 anos da instituição
O Banco Nacional de Angola (BNA) lançou, ontem, terça-feira, dia 3, uma moeda metálica comemorativa com o valor facial de 50 kwanzas, no âmbito das celebrações do seu 50.º aniversário, que se assinala amanhã, quinta-feira, dia 5.
A nova moeda pretende homenagear cinco décadas de actividade da principal instituição monetária do país, destacando o seu percurso na preservação da estabilidade monetária, no fortalecimento do sistema financeiro e na consolidação da soberania económica de Angola.
De acordo com as características definidas no diploma que autoriza a sua emissão, a moeda apresenta uma cor dourada, um diâmetro de 26,75 milímetros e um peso de 7,8 gramas, com bordo semi-serrilhado.
No anverso, figura a fachada principal da Casa do Kwanza, incluindo o respectivo brasão e a designação Banco Nacional de Angola. No reverso, destacam-se o valor facial de 50 kwanzas, a inscrição «Kwanzas», elementos de cestaria, enquanto símbolo da cultura nacional, e o ano de emissão, 2026. A moeda apresenta ainda a expressão «Soberania Monetária e Financeira».
A emissão enquadra-se numa iniciativa de valorização da história do banco central e da moeda nacional, associando a efeméride à modernização da gestão do numerário, simbolizada pela edificação da Casa do Kwanza, e à preservação de elementos representativos da identidade cultural angolana.
A moeda comemorativa tem curso legal e poder liberatório, podendo ser utilizada normalmente como meio de pagamento, nos mesmos termos das restantes moedas metálicas em circulação no país.
A celebração do cinquentenário constitui um marco na história do Banco Nacional de Angola, instituição criada em 1976, num período determinante para a organização do sistema monetário e financeiro do país, após a independência nacional.
Sob o lema «BNA 50 Anos de Soberania Monetária e Financeira», as comemorações assinalam meio século de actividade da instituição, num contexto em que a estabilidade dos preços, a valorização da moeda nacional e o reforço da confiança no sistema financeiro continuam entre os principais desafios da economia angolana.