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Empresários consideram Cimeira União Africana–União Europeia estratégica

Empresários e membros da sociedade civil da província de Benguela sublinharam ontem, em declarações ao Jornal de Angola, o impacto estratégico da Cimeira União Africana–União Europeia, realizada em Luanda, destacando as oportunidades de investimento e as novas parcerias para os empresários ligados ao Corredor do Lobito.

O presidente da Aliança Empresarial de Benguela, Adérito Areias, afirmou que o Corredor do Lobito é cada vez mais visto como um projecto estratégico continental, concorrendo com outros corredores africanos.
“A Cimeira UA–UE representa uma porta aberta para buscarmos financiamento e para expandirmos a exportação de produtos orgânicos”, disse, acrescentando que a Europa procura alimentos orgânicos, desde frutas como ananás, manga e banana ao sal, mel e outros produtos.
Por seu turno, o empresário do sector Metalúrgico Jamir Baptista considerou que a realização da Cimeira em Angola reforça o papel do país como plataforma estratégica entre África e Europa.
“Este evento fortalece a imagem do país, aumenta a confiança dos parceiros e posiciona Angola como centro de decisões políticas e económicas, o que é muito importante”, sustentou.
O empresário António Noé destacou que a Cimeira cria melhores oportunidades de negócios e reforça o papel do sector privado angolano. “Nós, empresários, estamos atentos”, disse, sublinhando a importância da partilha de informações e da clarificação sobre o Plano Continental.
“A Cimeira ajuda África a negociar em bloco, com maior equilíbrio e aprofundamento, em áreas como segurança, desenvolvimento sustentável, migração e educação”, disse.
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