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“Força Aérea tem-se afirmado como um pilar estratégico da defesa nacional”

O Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA) sublinhou, quarta-feira, que a Força Aérea Nacional tem se afirmado como um pilar estratégico da defesa nacional, desempenhando um papel determinante na garantia da soberania do espaço aéreo e na preservação da integridade territorial.

O reconhecimento do papel deste ramo das FAA foi vincado através de uma mensagem do Comandante-em-Chefe por ocasião do 50.º aniversário da FAN, assinalado ontem, na qual destacou o seu apoio às operações conjuntas das Forças Armadas Angolanas na segurança interna, bem como em missões de interesse público, humanitário e de protecção civil.
Na mensagem, lida pelo chefe da Direcção de Educação Patriótica da Força Aérea, brigadeiro José de Morais Canãmua, no acto central alusivo à efeméride, João Lourenço reafirmou o compromisso do Executivo de modernizar, reequipar e fortalecer a Força Aérea Nacional.
O Presidente da República precisou que esta iniciativa vai passar por um investimento contínuo no seu capital humano, na inovação científica, tecnológica e no reforço da capacidade operacional.
João Lourenço reiterou que, enquanto Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, vai continuar com o compromisso de apoiar todos os esforços destinados ao fortalecimento da Força Aérea Nacional.
A ideia, esclareceu o Presidente da República, passa pela valorização da carreira militar, do reforço da coesão interna e da consolidação da missão suprema daquele órgão de defender a soberania nacional, garantir a paz e contribuir para o desenvolvimento social e económico de Angola, em estreita articulação com os órgãos do Sistema de Segurança Nacional.
“O contexto geoestratégico actual impõe às forças aéreas modernas uma permanente adaptação às rápidas transformações tecnológicas, às novas ameaças multidimensionais, incluindo as de natureza híbrida, cibernética e não convencional, bem como o reforço da interoperabilidade com os demais ramos das Forças Armadas Angolanas e com os parceiros estratégicos no domínio da segurança colectiva”, lê-se na mensagem.
Actuação histórica em prol da Independência Nacional
O Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas recordou que a Força Aérea nasceu da necessidade histórica de consolidar a Independência Nacional, defender a jovem República e assegurar a capacidade de resposta do Estado angolano face aos desafios da segurança e da defesa.
Ao longo destas décadas, o Presidente da República ressaltou que este ramo das FAA demonstrou elevado profissionalismo, coragem, disciplina e espírito de missão, contribuindo, de forma decisiva, para a manutenção da paz, da reconciliação nacional e da estabilidade política e social do país.
Nessa equação, João Lourenço sublinhou que os homens e mulheres, que integram a Força Aérea, continuam a ser o seu maior património e a base do seu sucesso.
“É, igualmente, motivo de elevado orgulho nacional o contributo da Força Aérea de Angola no domínio da diplomacia militar, da cooperação regional, continental e internacional, através da participação em exercícios conjuntos, intercâmbios técnico-militares, missões de apoio à paz, operações humanitárias e acções de segurança cooperativa, projectando Angola como um parceiro responsável, comprometido com a paz, a estabilidade e o desenvolvimento dos povos”, destaca-se, igualmente, na mensagem do Chefe de Estado.
O Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas sublinhou o facto de a celebração dos 50 anos de criação da Força Aérea Nacional ter acontecido poucos meses depois da comemoração do 50º aniversário da Independência Nacional, que considerou um marco da afirmação da soberania do povo angolano e da consolidação do país como Estado livre, independente e comprometido com a paz, a reconciliação nacional e o progresso social.
Na mensagem, através da qual se dirige a todas as patentes e aos trabalhadores civis da Força Aérea Nacional, com profundo reconhecimento e elevado sentido de Estado, o Presidente da República destacou o passado de conquistas da Força Aérea Nacional.
Na sequência, João Lourenço defendeu a necessidade de se honrar os que deram o melhor de si à Pátria, incluindo o sacrifício da própria vida, tendo reafirmado o compromisso com o futuro, que disse exigir maior disciplina, coesão, profissionalismo e dedicação à construção de uma Angola cada vez mais justa, segura, pacífica, desenvolvida e socialmente inclusiva.
“A todos os oficiais generais, superiores, capitães, subalternos, sargentos, praças e trabalhadores civis da Força Aérea Nacional de Angola, endereço as minhas mais calorosas felicitações e o profundo reconhecimento da Nação pelo vosso inestimável contributo à paz, à segurança e ao desenvolvimento.
Viva a Força Aérea Nacional! Viva as Forças Armadas Angolanas! Viva o Povo angolano”, ressalta o Chefe de Estado, na mensagem por ocasião dos 50 anos de criação da Força Aérea Nacional!
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