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Executivo vai investir mais de quatro mil milhões de Kwanzas no Turismo

O Executivo pretende investir, ao longo de quatro anos, mais de quatro mil milhões de kwanzas para o fomento do turismo nas províncias do Cuanza-Norte, Cuando Cubango, Benguela, Huíla, Luanda, Malanje e Namibe, no âmbito do Plano Nacional de Promoção Turística (PLANITUR) 2024-2027.

De acordo com o jornal de Angola, a segunda fase do projecto contempla 2,2 mil milhões de kwanzas para a implementação de investimentos públicos, a requalificação dos principais recursos turísticos e o reforço das infra-estruturas nos pólos de desenvolvimento de Cabo Ledo, Calandula e do Okavango.

A terceira etapa do Plano Nacional de Promoção Turística prevê um financiamento de 246 mil milhões de kwanzas destinado ao sector privado nacional, com o objectivo de impulsionar as empresas que já operam no ramo do Turismo e apoiar aquelas que pretendem ingressar no sector.

Esses dados foram apresentados ontem, em Luanda, pelo presidente da Câmara de Comércio Angola–China (CAC), Luís Cupenala, durante a cerimónia de assinatura de um Memorando de Entendimento, realizada no Shopping KiKuxi, em Viana, com empresas do sector do Turismo instaladas no Pólo Industrial de Viana (PIV) e com a Associação das Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola (AAVOTA), visando impulsionar a actividade turística no país.

Segundo o gestor, com esses investimentos, o país pretende criar, no período em análise, mais de 50 mil postos de trabalho, além de aumentar o nível de formação através de escolas hoteleiras, cursos de culinária, intercâmbios internacionais, bolsas de estudo e programas de desenvolvimento profissional.

De acordo com o presidente da CAC, com a concretização do projecto e tendo em conta a dimensão do Novo Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, o turismo deverá ganhar maior dinamismo, com a previsão de entrada de mais de dois milhões de passageiros internacionais por ano até 2050.

Luís Cupenala destacou ainda a importância de Angola alinhar-se às estratégias da China, de modo a tornar-se um pólo de desenvolvimento turístico em África, sobretudo na Região Austral.

“A China está muito avançada no sector do Turismo, apenas atrás dos Estados Unidos da América. Nos próximos dez anos, o país asiático poderá alcançar o primeiro lugar na escala mundial”, afirmou.

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