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Caminho-de-Ferro de Benguela destaca vantagens do Concessionário

O Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) é tido como a estrutura central para o desenvolvimento regional no quadro da SADC e, em particular, para o Planalto Central, devido ao contributo e às transformações que causou com o seu surgimento a 26 de Maio de 1902.

O CFB desencravou regiões e assegurou mercados para produtos manufacturados das indústrias dos países mais desenvolvidos.

Com o investimento feito pelo Executivo angolano, a empresa ferroviária está a caminhar para assumir um papel fundamental no desenvolvimento e diversificação da economia.

A companhia dos Caminhos-de-Ferro de Benguela foi o elemento integrador de diferentes grupos, tornando-se, assim, a região do Planalto Central numa localidade de convergência cultural, um terreno onde homens partilhavam as experiências profissionais, as convivências interculturais e foram constituindo uma classe operária ferroviária. Fora do ambiente profissional, interagiram com os outros grupos sociais (nativos, industriais, comerciantes, agricultores), de onde nasceram novos elementos sociais e culturais. O

Entrada de Consórcio

Com a entrada em funcionamento dos concessionários, formadas por Trafigura Group Pte, Vecturis e Mota Engil, Engenharia e Construção África, a direcção dos Caminhos de Ferro-de-Benguela (CFB) persegue um novo horizonte em busca da excelência de serviços com a transportação de pessoas e mercadorias. A concessionária prevê atingir, no primeiro ano de operação, um volume avaliado em cerca de um milhão de toneladas, revelou o presidente do Conselho da Administração.

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