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Associação insere 200 jovens universitários na indústria

A Associação das Empresas Autóctones para a Indústria Petrolífera (ASSEA), em parceria com a Munhato Energy, procede amanhã, no auditório do Instituto Superior Politécnico e Tecnológico (ISPETEC), em Luanda, à cerimónia oficial da segunda edição do Programa Ubuntu, consubstanciado na atribuição de 200 vagas para estágio remunerado em empresas do sector para jovens do sexo feminino frequentadoras de cursos afins em universidades e institutos técnicos.

O programa “Ubuntu”, que em língua africana significa “nada eu seria sem vocês”, faz parte da campanha “Action for 20%”, uma iniciativa da presidente da ASSEA, Berta Isaac, lançada oficialmente em Outubro do presente ano, à margem da 5ª Edição da Conferência Angola Oil & Gas, cuja meta é elevar a participação das empresas angolanas no sector petrolífero dos actuais 2,0 para 20 por cento até 2027, no sentido de conferir uma participação mais expressiva das empresas nacionais nas receitas que o sector petrolífero injecta no sistema financeiro nacional, avaliadas em mais de 18 mil milhões de dólares por ano.
Segundo o jornal de Angola a primeira edição do Ubuntu resultou na materialização de 13 estágios com 13 por cento do total de jovens universitárias a garantir um emprego em empresas petrolíferas de destaque, razão pela qual a presidente da ASSEA, Berta Issac, está crente que o aumento quantitativo de estágios remunerados deverá ter impacto num número mais alargado de novos empregos e consequentemente na melhoria de vida das jovens que comprovem estar habitadas para uma carreira sustentável e inovadora na indústria de petróleo e gás”.
A ASSEA conta com o apoio do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional, assim como de prestigiadas instituições académicas, com destaque para o Instituto Nacional de Petróleos, o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências e as Universidades Católica e Metodista, encarregues de efectuar a selecção de jovens talentos com elevado mérito académico e paixão pela área técnica.
A gestora lembrou que o género feminino representa apenas 22 por cento da força de trabalho na indústria petrolífera angolana.
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