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Petro Atlético de Luanda perde a BAL mas estabelece novo recorde

A equipa sénior masculina do Petro de Luanda alcançou a quarta final na Liga Africana de Basquetebol (BAL), ao derrotar quinta-feira, no Pavilhão BK de Arena, o Al Ahly Benghazi da Líbia, por 88-94, na segunda meia-final da sexta edição da prova. Childe Dundão, com 26 pontos, e Lukeny, com 23, colocaram o clube do Eixo Viário na final de domingo.

A perder no parcial por 2-11, Sergio Moreno manteve-se fiel ao cinco inicial constituído por Gerson Domingos, Chasson Randle, Cléusio Castro, Aboubakar Gakou e Gerson Gonçalves “Lukeny”.
Dois afundanços de Cléusio Castro e triplo de “Lukeny” permitiu ao vice-campeão africano reduzir a diferença para sete pontos (9-16), quando restavam quatro minutos e 49 segundos para finalizar o primeiro período.
A entrada de Childe Dundão deu outra dinâmica ao ataque petrolífero, que até então esteve apático.
Lukeny tratou de igualar a marcha do marcador a 20 pontos, numa jogada bem desenhada por Dundão.
 Em desvantagem por um ponto (23-24), a equipa tricolor entrou para o segundo quarto desconcentrada, perdeu dois ataques de forma infantil e permitiu ao adversário alargar para oito pontos (29-37), situação que obrigou Sérgio Moreno a solicitar um desconto de tempo.
Empatados a 40 pontos, os petrolíferos voltaram a cometer inúmeros erros defensivos e foram para o intervalo a perder por 43-48. O base norte-americano Chasson Randle marcou somente dois pontos, fruto da marcação que sofreu.
Raphiael Putney com dois lançamentos à longa distância recolocou o Petro de Luanda no jogo (61-63), quando restavam dois minutos e 41 segundos para o fim do terceiro período.
Num ápice, a equipa do Eixo Viário voltou a falhar no capítulo defensivo e os líbios voltaram a alargar a vantagem para oito pontos (61-69), obrigando Moreno a solicitar mais um desconto de tempo.
Na ponta final, os vice-campeões africanos mostraram capacidade de superação e deixaram ficar o Al Ahly Benghazi da Líbia.
O terceiro lugar da prova vai ser disputado entre o Al Ahly do Egipto e o de Benghazi.
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