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Lutero Simango será o candidato do MDM à presidência de Moçambique

“Com esta candidatura nós estamos a pensar no futuro das novas gerações, no futuro das nossas crianças. […] Essa candidatura não é pessoal, não é individual, é uma candidatura colectiva, de vontade dos moçambicanos para que em Moçambique haja mudança”, disse Lutero Simango, líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), após apresentar a sua candidatura, no sábado, dia 1, em Maputo, à presidência da República nas eleições gerais de 9 de Outubro próximo.

Lutero Simango referiu que a sua candidatura representa o povo moçambicano que almeja mudanças no país, afirmando que o partido está preparado para os desafios decorrentes do processo. “Não tivemos problemas para ter as assinaturas. Vinte mil assinaturas é só uma amostra de tantas outras que nós conseguimos a nível nacional”, disse o presidente do MDM, fazendo menção a um dos requisitos exigidos pelo Conselho Constitucional (CC) no acto de submissão de candidaturas.

Lutero Simango vai concorrer ao cargo com o apoio do partido que lidera desde a morte do irmão, Daviz Simango, em 2021, que dois anos antes também tinha concorrido ao cargo de Presidente com o apoio do MDM.

A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o maior partido da oposição, também apresentou ao CC, na sexta-feira, dia 31, a candidatura de Ossufo Momade, líder do partido, à Presidente da República.

A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder, ainda não apresentou no CC a candidatura de Daniel Chapo. Chapo foi eleito candidato da FRELIMO no dia 5 de Maio pelo Comité Central do partido.

A submissão de candidaturas às eleições gerais de 9 de Outubro termina a 10 de Junho.

As eleições presidenciais vão decorrer em simultâneo com as legislativas e eleições dos governadores e das assembleias provinciais.

O actual Presidente da República e da FRELIMO, Filipe Nyusi, está constitucionalmente impedido de voltar a concorrer para o cargo, uma vez que cumpre actualmente o segundo mandato na chefia de Estado, depois de ter sido eleito em 2015 e em 2019.

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