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Ladrão da retrete de ouro confessou roubo  

Na passada terça-feira, dia 2, um homem apresentou-se como culpado do roubo de uma retrete feita integralmente com 18 quilates de ouro e que está avaliada em mais de 5,5 milhões de euros. O roubo aconteceu na mansão onde nasceu Winston Churchill, antigo primeiro-ministro do Reino Unido. Para além do assumido criminoso, foram detidos mais três suspeitos que terão sido cúmplices do roubo.

De acordo com a CNN internacional, James Sheen, de 39 anos, confessou o roubo da peça, dois dias depois de esta ter sido colocada no Palácio de Blenheim, em 2019. O homem confidenciou ao Tribunal da Coroa de Oxford que era culpado dos crimes de roubo e conspiração para transferência de propriedade criminosa.

A sanita encontrava-se em pleno funcionamento no Palácio de Blenheim desde 2019, tendo sido colocada no âmbito de uma exposição do artista italiano Maurizio Cattelan, que tinha o nome “A vitória não é uma opção”.

Segundo a CNN internacional, a obra de arte, intitulada de “América”, foi roubada em Setembro de 2019, poucos dias depois da exposição ter sido aberta ao público. Como a sanita tinha sido ligada à canalização do edifício, o roubou causou danos significativos e inundações no palácio.

Escreve o ‘The Sun’ que Sheen esteve preso durante 17 anos por ter realizado “audaciosos roubos em todo o Reino Unido”, como a explosão de 18 caixas de multibanco ou o roubo de 460 mil euros em tratores na mesma noite. O criminoso liderou um gangue que chegou a invadir o Museu Nacional de Corridas de Cavalo, do qual roubou troféus e a peça Ascot Gold Vase, que está avaliada em 87 mil euros.

O julgamento de James Sheen e dos três homens deverá acontecer em Fevereiro de 2025.

 

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