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Corredor do Lobito operacionaliza trocas comerciais

Os meandros para a realização da Reunião do Conselho de Ministros dos transportes de Angola, REC e da Zâmbia, agendada para os dias 12 e 16 de Dezembro do ano em curso, para analisar aspectos relacionados com a operacionalização do Corredor do Lobito, foi o principal tema do encontro do grupo técnico tripartido, realizado terça-feira, na província de Benguela.

Segundo uma nota de imprensa, a directora Provincial para os Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana de Benguela, Elizabeth de Assunção João, que representou o governador provincial, Manuel Nunes Júnior, enalteceu a criação da Agência de Facilitação do Comércio do Corredor do Lobito, pelo facto de ser uma plataforma constituída por membros dos três países que partilham os benefícios económicos directos do Corredor do Lobito.
Na visão de Elisabeth de Assunção João, a infra-estrutura representa um dos activos que trará mais infra-estruturas e célere mobilidade para o fomento do comércio interno, não só no território angolano, mas também nos países vizinhos, razão pela qual, salientou, “o nosso anseio é testemunhar a concretização deste sonho”, não apenas do Governo de Angola, mas também dos países que a interligam.
Na ocasião, o director do Gabinete Jurídico e de Intercâmbio do Ministério dos Transportes, Pedro Maza, apontou o Corredor do Lobito um vector de grande eficiência para veicular a produção em escala de mercadorias produzidas, quer em Angola, quer na RDC quer na Zâmbia para os grandes centros de consumo do mercado internacional, desde minérios até mesmo de produtos agrícolas de amplo consumo.
Pedro Manza que também presidente da Reunião do TWG AFTTCL, acrescentou que o Corredor do Lobito representa “uma rota estratégica” alternativa para os mercados de exportação da Zâmbia e da RDC, integrando a rota mais curta que liga as principais regiões mineiras destes países ao mar.
A criação da Agência de Facilitação do Transporte e Trânsito do Corredor do Lobito, demonstra a vontade conjunta dos três países de terem a funcionar em pleno uma infra-estrutura regional que alavanque o seu desenvolvimento e pretende estabelecer e consolidar as relações de cooperação no domínio da circulação de pessoas e bens ao longo do corredor do Lobito, assegurar o mais alto grau da cooperação no domínio ferroviário e rodoviário dos governos dos três Estados.
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