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Angola aprova plano nacional para reforçar conservação e valorização da biodiversidade

O Plano Nacional para a Biodiversidade de Angola (PLANABIO) 2026-2030 foi apreciado na última terça-feira, dia 29, em Luanda, durante a 8.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente da República, João Lourenço.

O instrumento estabelece as principais orientações do país para a conservação, o uso sustentável e a valorização da biodiversidade nacional, procurando reforçar a protecção dos ecossistemas e dos recursos naturais nos próximos cinco anos.

O PLANABIO 2026-2030 deverá servir de referência para a definição e implementação de políticas e medidas destinadas à preservação da diversidade biológica de Angola, tendo em conta a necessidade de conciliar a protecção ambiental com o desenvolvimento económico e social.

A biodiversidade angolana inclui diferentes ecossistemas, espécies de fauna e flora e recursos naturais com importância ambiental, económica e social. A sua conservação constitui, por isso, um dos elementos relevantes das políticas de desenvolvimento sustentável.

O novo plano deverá igualmente orientar a articulação entre as instituições públicas, sector privado, comunidades e demais intervenientes envolvidos na gestão e conservação dos recursos naturais.

A apreciação do PLANABIO pelo Conselho de Ministros ocorre num contexto em que Angola procura reforçar os mecanismos de protecção ambiental e promover uma utilização mais sustentável dos recursos naturais, incluindo através da valorização económica dos serviços prestados pelos ecossistemas.

O documento para o período 2026-2030 enquadra-se, assim, nos esforços nacionais para assegurar a conservação da biodiversidade e contribuir para a sustentabilidade ambiental, estabelecendo orientações para as políticas e acções a desenvolver ao longo dos próximos anos.

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